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Qual o melhor óculos de descanso do PC?

Usar óculos de descanso do PC tem sido um problema em sua rotina? Já procurou por algumas lentes que prometem benefícios à sua visão, exaustivamente submetida aos esforços diários, mediante a tela do PC, mas não obteve bons resultados?

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Então antes de ir em busca do melhor óculos de descanso, você precisa ler este artigo, feito sob medida para você, leitor do blog Braslab.

Entenda, primeiro, em quais situações as lentes de óculos para descanso são indicadas e saiba qual é a melhor opção disponível no mercado. Acompanhe!

Cansaço físico, mental e sobretudo visual: quando é indicado o uso de óculos de descanso do PC?

A rotina muitas vezes maçante de estudo e trabalho, frente às telas de computadores, o uso frequente de tablets e celulares, e até mesmo nos momentos de lazer, assistindo seus vídeos ou séries preferidas do Netflix e YouTube na tela da Smart TV ou notebook, proporcionam a necessidade de investir no uso de óculos de descanso.

Ir se consultar com seu oftalmologista é o primeiro passo, para assim, ter o diagnóstico de vista cansada e/ou Síndrome do Usuário do Computador, confirmado.

O uso de lentes especiais em óculos de descanso para PC é o tratamento mais eficaz nos casos de ressecamento, vermelhidão e cansaço nos olhos. Quer saber qual é a melhor? Pergunte ao seu oftalmologista sobre as lentes para óculos HB Vision Blue Light.

HB Vision Blue Light: melhor lente para óculos de descanso para PC

As lentes HB Vision Blue Light possuem tecnologia avançada, protegendo seus olhos de efeitos nocivos da luz da tela do PC. Elas bloqueiam 95% da luz azul emitida pelas telas de LED.

Adequando os olhos para a posição ideal, estas lentes evitam por exemplo, que o usuário sobrecarregue a visão, forçando as vistas. Mais conforto, visão nítida e bem-estar, são sinônimos das lentes HB Vision Blue Light.


Dor de cabeça excessiva pode ser problema de visão?

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Problemas de visão podem ocorrer, independentemente da faixa etária da pessoa. Há alguns sinais que indicam a presença de distúrbios oculares, como olhos vermelhos e irritação nas vistas, porém, há outros sintomas que muitas vezes, podem passar desapercebidos.

Uma dúvida comum, aliás, diz respeito a um destes sintomas: dor de cabeça excessiva. Seria este quadro, um indicativo de problemas de visão?

Visão e dor de cabeça: qual seria a relação?

Não são raros os casos onde um indivíduo passa meses, às vezes anos, travando uma batalha contra a dor de cabeça e lançando mão de comprimidos para a aliviar esta tensão.

Porém, é preciso investigar a fundo a causa desta dor, uma vez que o uso de comprimidos é apenas paliativo. A causa do problema pode ser exatamente um erro de refração, cujo uso de óculos de grau prescrito pelo médico oftalmologista, já resolveria a questão.

Doenças oculares que mais causam dores de cabeça

Há uma série de doenças oculares que provocam dores de cabeça de forma intensa e excessiva. Sendo assim, ao sentir dores, procure imediatamente o médico oftalmologista de sua confiança, para que ele possa fazer o diagnóstico exato e prescrever o tratamento adequado.

Dentre as principais doenças da visão que causam dores de cabeça, temos:

  • Miopia;
  • Astigmatismo;
  • Hipermetropia;
  • Presbiopia (a popular vista cansada);
  • Retinopatia;
  • Glaucoma, entre outras.

Um fato comum quando a dor de cabeça está relacionada com a presença de algum distúrbio ocular, é a manifestação de demais sintomas e desconfortos oculares, tais como:

  • Prurido nas pálpebras;
  • Lacrimejamento;
  • Vermelhidão dos olhos, etc.

Com o uso das lentes indicadas pela receita do oftalmologista, a correção do erro de refração é obtida e o paciente, via de regra, se livra da dor de cabeça que tanto o incomodava. Em algumas situações onde o uso de óculos e/ou lentes não é efetivo, indica-se também a cirurgia refrativa a laser.

Você sente dores de cabeça constantes? Se a resposta for sim, não perca mais tempo e marque agora mesmo uma consulta com seu médico.


A presbiopia é uma doença? É possível evitá-la?

Uma rápida pergunta para você, leitor: para ler esta matéria do blog da Braslab, você precisa afastar a tela dos olhos? Se a resposta for positiva, fique atento: você pode ser vítima de presbiopia, popularmente conhecida como vista cansada.

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Seria a presbiopia uma doença? Há formas de prevenir este quadro? Por qual motivo a presbiopia ocorre? Como tratá-la? As respostas você acompanha a seguir, confira!

Presbiopia: o que é?

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a presbiopia não se trata de uma doença. É uma resposta natural do organismo, que com o envelhecimento, agrava a capacidade, progressivamente, de enxergar objetos de perto.

O cristalino, nesta situação, perde sua flexibilidade devido ao avanço da idade, o que acarreta nesta perda de capacidade visual.

Este quadro é muito comum a partir dos 40 anos de idade, e os principais sintomas são:

  • Dificuldade para realizar uma leitura;
  • Fadiga ocular;
  • Dor de cabeça constante;
  • Necessidade de maior iluminação para realizar tarefas como leitura ou passar a linha no buraco de uma agulha, por exemplo, dentre outros.

Procurar ajuda especializada é essencial para que sua visão possa ser otimizada. A presbiopia não tem cura, porém, pode ser controlada, promovendo melhor qualidade de vida às pessoas.

Presbiopia: há como prevenir?

Em um primeiro momento, não há de fato como prevenir a presbiopia, uma vez que se trata de uma condição normal em nosso organismo, resultante do envelhecimento dos nossos olhos. Estudos apontam que a presbiopia ocorre em 90% das pessoas.

Tratamento para presbiopia

Quanto as formas de tratamento, podemos destacar:

  • Uso de óculos;
  • Lentes de contato;
  • Cirurgia refrativa.

Cada tipo de tratamento deve ser antes, avaliado e estudado, de acordo com cada caso e situação ocular do paciente.

Somente o médico especialista poderá orientar qual o tratamento ideal, daí a necessidade de ao sentir qualquer dificuldade na visão, agendar uma consulta com o oftalmologista.


Por que você não deve comprar óculos de grau pronto, para perto

Com a saúde não se brinca, sobretudo quando falamos em saúde ocular. Porém, infelizmente, ainda hoje, mesmo com todo alarde sobre os cuidados necessários no que diz respeito ao comprar óculos de grau para perto, muitas pessoas ainda ignoram a necessidade de uma receita prescrita pelo médico oftalmologista.

Seja por descaso ou mesmo por desconhecer os riscos à visão, continua sendo comum o fato do indivíduo comprar óculos de grau em camelôs, farmácias, e até rede de supermercados.

Em algumas situações, o paciente até tem a receita e a indicação do médico, mas ao invés de buscar uma empresa óptica de referência, que produza o acessório de tratamento ocular sob medida, adquire os óculos já prontos, com um grau aproximado ao que foi indicado pelo médico.

Você sabe o que pode ocorrer, ao lançar mão deste artifício?

Os perigos de comprar óculos de grau pronto

Dentre os malefícios de se utilizar os óculos prontos, popularmente chamados de “óculos de farmácia”, estão o agravamento da presbiopia, além de provocar o surgimento do astigmatismo.

Há ainda um problema usual decorrente deste comportamento: o fato do paciente ter o distúrbio visual camuflado. Com o uso do acessório inadequado, a pessoa em um primeiro momento sente que a doença diminui ou está sob controle, quando na verdade pode desenvolver diversas doenças silenciosas, como o glaucoma.

Diante deste quadro, retarda-se o tratamento correto das doenças oculares, e em boa parte dos casos, ao ter o diagnóstico tardio, já não há muito o que fazer.

Outro erro ocasionado pelo uso deste material é o fato dos óculos prontos, via de regra, forçar mais uma das vistas do que a outra, acarretando em demais problemas na visão.

Viu como o simples hábito de adquirir óculos de grau pronto pode gerar uma série de problemas em sua visão? Exatamente por todas estas possibilidades mencionadas, nunca lance mão deste artifício.


Dificuldade para enxergar de perto, o que pode ser?

Já aconteceu com você de ter dificuldade para enxergar de perto? Abrir a caixa de um medicamento e não conseguir ler direito o que está escrito, ou folhear seu jornal pela manhã e sentir certa dificuldade em ler de perto?

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Se você vai ao supermercado e ao pegar determinado produto, sente-se, até certo ponto, incapaz de ler claramente o que diz aquele rótulo, saiba que vários podem ser os motivos desta dificuldade para enxergar.

Veja quais podem ser estas causas e o que fazer para lidar melhor com o problema:

Dificuldade para enxergar de perto: já considerou ser hipermetropia?

Quando o olho se apresenta um pouco menor do que o usual, a imagem se forma atrás da retina, gerando erros refrativos, os quais denominamos hipermetropia.

Bem comum em crianças ainda em desenvolvimento, a hipermetropia pode persistir na idade adulta e merece seus cuidados.

Tratamentos como cirurgia a laser ou o uso de lentes corretivas, poderão ser indicados pelo médico oftalmologista.

Dificuldade para enxergar de perto: avanço da idade pode ser a causa

Outro fator que pode desencadear a dificuldade de enxergar de perto pode ser o passar dos anos, ou seja, a idade mais avançada.

A famosa “vista cansada”, comum em pessoas de mais idade, nada mais é do que o nome popular dado ao distúrbio da visão denominado presbiopia. Ela atinge as pessoas com mais de 40 anos e se caracteriza pelo famoso “afastar de jornais e revistas para longe dos olhos”, durante o ato da leitura.

Um tratamento eficaz e muito indicado neste sentido é a adoção de lentes corretivas de apoio.

Outras possíveis causas da dificuldade de se enxergar bem de perto são a retinopatia diabética e o deslocamento da retina.

Ambas as situações merecem sua preocupação. Ao sentir dificuldades em ler ou enxergar de perto, não espere e procure imediatamente seu médico oftalmologista.


Lentes multifocais e bifocais: qual a diferença?

Quem procura o médico oftalmologista e realiza o exame de refração, pode ser submetido a determinados tipos de tratamentos, com o intuito de otimizar a visão e a saúde dos olhos.

lentes multifocais bifocais

A utilização dos óculos costuma ser um dos métodos mais comuns e eficazes, podendo variar o tipo da lente, de acordo com o caso de cada paciente.

Dentre as principais opções do mercado, temos as lentes multifocais e bifocais, por exemplo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Lentes bifocais

As lentes bifocais se caracterizam pela presença de uma “meia-lua”. Como o próprio nome já nos remete, elas possuem 2 focos:

  • Longe
  • Perto

Ou seja, só temos 2 distâncias focais neste caso. Ela é utilizada ainda hoje, muito embora esta tecnologia seja considerada um tanto quanto antiga. Como há pessoas que ainda não se adaptaram ao uso das multifocais, as bifocais ainda encontram mercado.

Lentes multifocais

Quanto as lentes multifocais, trata-se de uma tecnologia mais moderna e com uma melhoria estética em comparação às bifocais.

Com abrangência de foco maior, as lentes multifocais são indicadas para enxergar tanto de perto quanto de longe, porém, com o diferencial de proporcionar também a visão intermediária, ou seja, o meio-termo entre ambos os focos.

Ela é trabalhada em diferentes tipos de curvaturas e muito utilizada por pessoas que precisam ficar expostas ao uso constante de comutadores e telas, por exemplo.

Qual utilizar?

A escolha do tipo de lente ideal está atrelada a indicação do seu médico oftalmologista, bem como da maneira pela qual o paciente se adapte ou não ao tratamento indicado.

No caso de vista cansada, por exemplo, miopia e presbiopia, a indicação das lentes multifocais é rotineira.

Em qualquer situação de distúrbios visuais, a orientação do médico oftalmologista deve ser seguida, para que os resultados sejam bem-sucedidos.

 


A volta da moda “cordinha da vovó nos óculos”

Quem não se lembra dos estilosos óculos de nossos avós, que possuíam em suas hastes, um cordãozinho para segurá-los?

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O utensílio que tinha como principal função proteger os óculos de quedas, danos e perdas, hoje se tornou na moda, o que costumamos chamar de “must have”, ou seja, peça-chave da estação.

Repaginada e com muito estilo agregado, a volta da moda “cordinha da vovó nos óculos” desperta a atenção de jovens e adultos atualmente. E você, sabe como usar e adotar este acessório em seu visual?

Cordinha nos óculos: visual retrô vem com força

Tratar a saúde visual com estilo e elegância são fatores, via de regra, inerentes ao uso dos óculos. A tendência retrô dos óculos com cordinha só vem a reforçar tal sentença.

Surgida na década de 70 no Rio de Janeiro, com forte inspiração nas praias e no verão carioca, a cordinha nasceu da necessidade de manter os óculos próximos. Até porque, o biquíni ou maiô não tem bolsos para acomodá-los.

Com este retorno surgem mais opções. Acredite, para cada estilo e look é possível encontrar um tipo de cordinha para óculos que agrade.

Alguns exemplos são:

  • Cordinhas com enfeites: com diferentes cores e texturas, as cordinhas com enfeite ganham destaque na composição do visual;
  • Cordinhas tradicionais: exatamente como usavam ou usam, nossos avós, com o intuito de preservar os óculos;
  • Cordinhas estilosas: para quem curte uma estética mais fashion, estas cordinhas possuem pedrarias, podendo inclusive surgir em forma de correntes de metal com cordão entrelaçado, por exemplo;
  • Cordinhas de pérolas: para quem curte um visual mais clássico e requintado, temos nas cordinhas de pérolas uma ótima opção;
  • Cordinhas de bambu: uma alternativa sustentável e ao mesmo tempo, elegante e muito estilosa é utilizar a cordinha composta de bambu.

Há várias nuances e estilos desta tendência. Você já escolheu a sua? Conte pra gente!