A adaptação de lentes incide no bom andamento de determinados pormenores que necessitam de plena execução para que o resultado seja o mais satisfatório possível aos usuários e pacientes.

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Alguns pontos neste sentido costumam ser recorrentes e determinam diretamente a questão da adaptação de lentes. Dentre os fatores de maior influência na problemática da adaptação de lentes, a questão das lentes espessas chama a atenção. A prescrição da graduação e o índice refrativo das lentes espessas atuam de maneira concomitante para a otimização da adaptação das mesmas.

A seguir, vejamos este e demais pontos determinantes para uma boa adaptação de lentes.

Aspectos para uma boa espessura de lentes

Dos fatores que acarretam a má adaptação de lentes, a escolha inadequada da armação é motivo de destaque, uma vez que ao optar pelo formato errado, a centralização da visão fica comprometida. O resultado desta escolha infeliz são consequentemente as lentes espessas.

Outro detalhe que deve ser levado em consideração no tocante a adaptação de lentes espessas é o aspecto prescrição X índice de refração. Uma maneira de verificar se a armação está adequada ao usuário é por meio da soma obtida entre o aro horizontal da armação e a ponte. O resultado deve ser igual ou o mais próximo possível da DP do usuário, para que a adaptação seja a mais natural possível.

No caso desta soma revelar valores demasiadamente dissonantes, ou seja, muito longe da DP, a lente será ainda mais espessa e não haverá como resolver esta problemática com a aplicação de nenhum índice de refração.

É de suma importância ter em mente que tanto as graduações prescritas nas receitas quanto o índice de refração das lentes espessas necessitam de harmonia, ou seja, precisam de compatibilidade para que a adaptação ocorra da melhor forma possível, facilitando assim a vida do paciente.