A tecnologia está presente em praticamente todos os momentos, sobretudo no uso de aparelhos móveis como tablets, smartphones e celulares, seja em momentos de descontração ou profissionais. O problema é que o uso abusivo e constante destes aparelhos acaba contribuindo para a incidência de um fenômeno de saúde ocular denominado fadiga visual.

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Fadiga visual digital

Chamada de fadiga visual digital, esta problemática é caracterizada pela somatória de alguns sintomas e fatores como:

• Incômodos na região do pescoço;
• Olhos secos;
• Cansaço;
• Dores nos ombros;
• Dores de cabeça;
• Vistas embaçadas, etc.

Tais sintomas surgem devido ao excessivo esforço que se faz durante o longo uso destes dispositivos tecnológicos, sobretudo para ler e enxergar.

70% dos adultos norte-americanos sofrem cansaço visual

O alerta é real, uma vez que de acordo com uma pesquisa efetuada pelo instituto Consumer Eletronics Show, nos Estados Unidos, revelou que apenas 30% dos adultos não sofrem com a fadiga visual. Dos 70% de pessoas que sofrem com este problema, o tempo mínimo que eles informaram passar frente a tela de um computador, tablet e celular foi de 6 horas diariamente, enquanto outros chegam a ficar 10 horas ao dia (cerca de 28% dos entrevistados pelo estudo).

Brasil também tem altos índices

Dados da comScore revelam que no Brasil, a média de tempo online é de 27 horas ao mês, colocando o país no topo da lista em toda a américa latina.
Tal fato justifica o motivo pelo qual, cada vez mais adultos e sobretudo crianças – as mais afetadas- apresentam diagnóstico de cansaço visual.

Dicas para evitar a fadiga visual

É importante piscar quando estiver de frente a tela, ao menos a cada 10 segundos, bem como respeitar uma distância correta da tela, cerca de 20 centímetros, por exemplo. Adotar intervalos no uso, também ajuda a evitar a vermelhidão nos olhos, sintoma clássico da fadiga ocular.
Procurar a orientação de um médico oftalmologista é fundamental nesses casos.