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Doença assintomática, ou seja, que não dá indícios ou sintomas, o glaucoma consta como uma das principais causas da cegueira. Daí a extrema importância do diagnóstico rápido para que o tratamento proporcione melhor resultado ao paciente. Entenda a seguir o que você precisa saber sobre glaucoma para manter sua saúde visual plena e sadia.

Afinal de contas, o que define o glaucoma?

A comunidade médica define o quadro do glaucoma como lesões localizadas no nervo ótico, causadas em decorrência da pressão intraocular.

Como não dá indícios de dores e desconfortos, é comum que muitas pessoas possuam este distúrbio, e nem se deem conta, afinal, é uma doença silenciosa.

Os primeiros sintomas surgem quando o glaucoma já está instaurado, quando o campo de visão já está menor e comprometido. Para evitar esta progressão que leva o paciente a ficar cego, é preciso fazer exames oftalmológicos periodicamente, para que o diagnóstico seja feito precocemente.

Há grupos e fatores de risco?

Estudos indicam que pessoas de pele negra estão mais propícias a desenvolver a doença do glaucoma.

Além disso, grupos de pessoas que se encontram na faixa etária superior aos 40 anos e que possuem casos de glaucoma na família, também se encontram em situação de risco.

Outro fator que merece destaque é atenção é o caso de pessoas que fizeram cirurgias corretivas na visão, pois estas também estão mais propensas a sofrerem de glaucoma.

Qual o tratamento para o glaucoma?

Para tratar a lesão no nervo ótico, o tratamento mais comum lança mão da utilização de um colírio especial, que possibilita diminuir a chamada pressão intraocular.

Além disso, há alguns casos em que o tratamento se dá por meio de cirurgia, sobretudo quando o tratamento com o colírio se apresenta ineficaz.

Haja vista a gravidade do tema, é importante que as pessoas se conscientizem e visitem o médico oftalmologista ao menos uma vez ao ano, para acompanhar a saúde dos olhos e manter o bem-estar visual.