olho-seco

Chamado também de lacrimejamento reduzido, o olho seco ocorre quando não há a lubrificação correta ou suficiente dos olhos. No tanto, não devemos confundir olho seco com a Síndrome do Olho Seco, conhecida como Síndrome da Disfunção Lacrimal. Neste caso, ocorre a falta da produção de lágrima, ou ainda a mudança dos componentes lacrimais.

Consequências da falha da lubrificação dos olhos

A produção de lágrima é fundamental para a hidratação ocular, bem como para a saúde dos olhos. No caso de alguma deficiência nesta lubrificação, temos como consequência, fatores como:

  • Desconforto visual quando se lê, assiste TV, ou trabalha perante telas de computadores, e até mesmo em smartphones;
  • Sensação de areia nos olhos;
  • Vistas turvas;
  • Coceira e irritação nos olhos, etc.

Algumas causas do olho seco

As causas do olho seco podem ser desde problemas oriundos na composição das lágrimas, bem como produção deficiente das mesmas. Fora isso, aspectos variados, como por exemplo, a existência de algumas doenças associadas (doenças conjuntivais, blefarite, meibomite), uso de determinados medicamentos e também fatores ambientais (poluição, exposição ao sol, ventos fortes direto nos olhos, ar condicionado, etc.).

Não podemos esquecer que há ainda outros fatores que podem acarretar em quadros de secura nos olhos, tais como:

  • Doença de Parkinson;
  • Doença de tireoide;
  • Falta de vitamina A;
  • Diversas doenças sistêmicas e autoimunes, a exemplo de lúpus, síndrome de Sjögren, artrite; Síndrome de Steven Johnson, entre outras.

Como evitar olho seco

Para prevenir a doença do olho seco, é importante que a pessoa procure descansar os olhos, deixando de fazer intenso esforço visual. Sendo assim, deixar de lado um pouco o uso de celulares, tablets, smartphones, TV, fazendo intervalos ao menos após 50 minutos de uso (principalmente pessoas que trabalham com computadores por exemplo), é indicado.

Além disso, é importante praticar o gesto de piscar, proceder com a limpeza dos olhos de forma correta, atenção com o uso de lentes de contato, e ainda consumir alimentos com ômega 3 para estimular a produção de gordura lacrimal. Consultar o médico oftalmologista é fundamental.